De joelhos...
Posted by on Saturday, June 12, 2010
Eu me metia em grandes confusões e me lembrava de que tudo que precisava
era um milagre, "uma mudança de percepção". Rezava: "Deus, por favor me
ajude. Cure minha mente. Onde quer que meus pensamentos tenham se
afastado do amor - se eu fui controladora, manipuladora,
facilitadora,gananciosa, seja o que for, estou disposta a ver tudo de
forma diferente. Amém"
O universo ouvia isso e pronto, eu recebia meu milagre. Relacionamento mudado, situação curada. Mas então eu retornava ao mesmo tipo de comportamento que me havia feito cair de joelhos e repetia o mesmo padrão.
Metia-me em algum acidente, um derrame emocional, caía de joelhos de novo e pedia que Deus me ajudasse, e de novo retornava à sanidade e à paz.
Finalmente, depois de muitas repetições desses cenários de guerra, eu disse a mim mesma: "Marcia, da próxima vez que voce cair de joelhos, por que não fica do mesmo jeito, de joelhos?" Por que não nos atemos à resposta, em vez de voltar ao problema? Por que não procurar algum tipo de CONSCIÊNCIA para não criarmos esses problemas para nós mesmos o tempo todo? Não devemos pedir somente um novo emprego, dívidas sanadas, um novo relacionamento. Vamos pedir um mundo novo, uma vida nova mais consciente.
Quando eu estava "completamente de joelhos" - eu sabia o que era me sentir realmente humilde - no fundo acho até que esperava sentir a raiva e desprezo de Deus. Em vez disso, foi como se ouvisse voz gentil dizer: "Será que podemos começar AGORA?". Até aquele momento, eu me escondia do amor, e assim RESISTIA à minha própria vida. A volta ao amor não é o fim da aventura da vida, mas seu começo. É o regresso a quem realmente somos.
O universo ouvia isso e pronto, eu recebia meu milagre. Relacionamento mudado, situação curada. Mas então eu retornava ao mesmo tipo de comportamento que me havia feito cair de joelhos e repetia o mesmo padrão.
Metia-me em algum acidente, um derrame emocional, caía de joelhos de novo e pedia que Deus me ajudasse, e de novo retornava à sanidade e à paz.
Finalmente, depois de muitas repetições desses cenários de guerra, eu disse a mim mesma: "Marcia, da próxima vez que voce cair de joelhos, por que não fica do mesmo jeito, de joelhos?" Por que não nos atemos à resposta, em vez de voltar ao problema? Por que não procurar algum tipo de CONSCIÊNCIA para não criarmos esses problemas para nós mesmos o tempo todo? Não devemos pedir somente um novo emprego, dívidas sanadas, um novo relacionamento. Vamos pedir um mundo novo, uma vida nova mais consciente.
Quando eu estava "completamente de joelhos" - eu sabia o que era me sentir realmente humilde - no fundo acho até que esperava sentir a raiva e desprezo de Deus. Em vez disso, foi como se ouvisse voz gentil dizer: "Será que podemos começar AGORA?". Até aquele momento, eu me escondia do amor, e assim RESISTIA à minha própria vida. A volta ao amor não é o fim da aventura da vida, mas seu começo. É o regresso a quem realmente somos.
Márcia Mendes
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